Avaliação para transplante de córnea em Laranjeiras, com exames de imagem da córnea e explicação clara das técnicas, com a Dra. Isabel Brasil.
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A Dra. Isabel Brasil, médica com fellowship de córnea, faz no Rio de Janeiro, em Laranjeiras, a avaliação para transplante de córnea. A consulta reúne exames de imagem da córnea, análise do olho inteiro e explicação das técnicas, penetrante e lamelares. É indicada para quem enxerga embaçado por córnea opaca ou deformada e não melhora mais com óculos ou lente de contato.
O transplante de córnea costuma entrar na conversa depois de um caminho longo. Muitas pessoas chegam à consulta cansadas de trocar de óculos ou de testar lentes, sem saber se ainda existe alguma alternativa. Veja se você se reconhece em alguma destas situações:
Em qualquer desses casos, a avaliação serve para responder a uma pergunta central: o problema está mesmo na córnea, e o transplante é o caminho certo para a sua visão e a sua rotina? Às vezes a resposta é sim. Às vezes ainda existem alternativas a tentar antes da cirurgia.
A córnea é a lente transparente que fica na frente do olho, com cerca de meio milímetro de espessura. Ela precisa de duas qualidades para a visão ficar nítida: transparência e formato regular. Quando perde uma delas, a imagem chega distorcida ou embaçada à retina, e o óculos deixa de corrigir.
Transplante de córnea não é troca de olho. Na cirurgia, substitui-se apenas a parte doente da córnea por um tecido doado. Esse tecido vem de um banco de olhos, passa por triagem e registro, e a distribuição segue as regras do Sistema Nacional de Transplantes (SNT), do Ministério da Saúde. O tempo de espera depende da fila e do tipo de tecido necessário.
Existem, em termos gerais, dois grupos de técnicas:
A escolha da técnica depende da camada afetada, da causa do problema e do estado do restante do olho. Entre as causas mais comuns estão o ceratocone avançado, cicatrizes de infecção ou trauma e doenças que fazem a córnea perder a transparência. A cirurgia é feita em centro cirúrgico; local, data e preparo são combinados na consulta.
A córnea é a área em que a Dra. Isabel concentrou a formação. Depois da graduação na Faculdade de Medicina Gama Filho e da formação em oftalmologia, ela fez pós-graduação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), fellowship de córnea na Oculistas Associados e mestrado pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Integra o Grupo AVA, Ambrósio Vision Academy, e apresenta trabalhos em congressos da área.
A avaliação começa pela sua história: o que mudou na visão, desde quando, o que já foi tentado e o que mais incomoda no dia a dia. Em seguida vêm o exame e os exames de imagem:
Com tudo isso em mãos, a Dra. Isabel explica o que o exame mostra, se há indicação de transplante, qual técnica faz sentido para o seu caso e como costuma ser a recuperação. Também é o momento de falar sobre a fila, os retornos e a rotina dos meses seguintes. A ideia é que você saia sabendo o que tem e o que esperar, para decidir com segurança.
A tabela abaixo resume as etapas mais comuns. Prazos e cuidados variam conforme a técnica e a causa do transplante: a indicação depende da avaliação de cada caso.
| Etapa | O que acontece | O que você pode esperar |
|---|---|---|
| Avaliação | Exame, exames de imagem da córnea e avaliação do olho inteiro | Confirmação da indicação e escolha da técnica |
| Inscrição e espera | Inscrição na fila, conforme as regras do Sistema Nacional de Transplantes | Tempo variável, que depende da fila e do tipo de tecido |
| Cirurgia | Procedimento em centro cirúrgico, em geral com anestesia local e sedação | Na maior parte dos casos, volta para casa no mesmo dia |
| Primeiros meses | Colírios prescritos e retornos frequentes | A visão melhora aos poucos, e não de um dia para o outro |
| Ajustes | Retirada dos pontos em consulta, quando houver, e correção do grau | Óculos ou lente de contato podem ser necessários |
| Acompanhamento | Consultas periódicas por toda a vida do enxerto | Detecção cedo de qualquer alteração |
O transplante não encerra o assunto. Ele abre uma fase de acompanhamento, e é justamente esse acompanhamento que ajuda o tecido a durar.
Rejeição é o organismo reconhecendo o tecido transplantado como estranho. Ela pode acontecer meses ou anos depois da cirurgia e nem sempre significa a perda do transplante. Identificada cedo, ela costuma ser controlada. Por isso, quem transplantou deve conhecer os sinais:
Diante de olho vermelho com dor, perda súbita de visão ou qualquer um desses sinais depois do transplante, procure atendimento de urgência ou fale imediatamente com a médica. Nem todo olho vermelho é rejeição, mas, em quem transplantou, não vale esperar para ver se passa.
O que ajuda a reduzir o risco: usar os colírios prescritos pelo tempo indicado, mesmo com o olho bem; manter os retornos; e proteger o olho de traumas.
Não existe um prazo de validade. Há córneas transplantadas funcionando bem por muitos anos, e há casos que exigem um novo procedimento antes disso. Alguns fatores costumam pesar:
Se a sua dúvida envolve também a cirurgia de catarata ou outras condições do olho, a Dra. Isabel avalia o conjunto. Veja a página de cirurgia de catarata e a de consulta oftalmológica.
O atendimento é particular, no consultório da Rua Presidente Carlos de Campos, 45, em Laranjeiras, às sextas-feiras, das 8h30 às 15h. Para quem já tem exames e quer uma primeira conversa ou uma segunda opinião, existe também a consulta por vídeo, com horário combinado pelo WhatsApp. Após a consulta, você pode pedir recibo para solicitar reembolso ao seu plano de saúde, conforme as regras do plano. Veja a página de contato.
Quando a córnea perde a transparência ou fica tão irregular que óculos e lentes de contato já não oferecem uma visão útil para o dia a dia, ou quando não é possível tolerar as lentes. A indicação depende da avaliação de cada caso.
Não. Substitui-se apenas a córnea, ou só uma camada dela. O restante do olho é preservado.
O penetrante troca a espessura total da córnea. Os lamelares trocam apenas a camada comprometida e preservam o que está saudável. A técnica é escolhida conforme a camada afetada e a causa do problema.
A visão melhora aos poucos, ao longo de meses. Há colírios a usar e retornos frequentes no começo. Quando há pontos, eles são retirados em consulta, sem nova cirurgia.
É a reação do organismo contra o tecido transplantado. Os sinais incluem vermelhidão, dor, piora da visão e incômodo com a luz. Diante deles, procure atendimento de urgência ou fale imediatamente com a médica.
O tecido vem de um banco de olhos, e a distribuição segue as regras do Sistema Nacional de Transplantes, do Ministério da Saúde. O tempo de espera varia com a fila e com o tipo de tecido.
Sim, se você já tem exames e quer orientação ou uma segunda opinião. A confirmação da indicação, porém, exige o exame presencial da córnea.
Não. O atendimento é particular, e você pode pedir recibo para solicitar reembolso ao plano, conforme as regras dele.
Conte pelo WhatsApp o que está acontecendo com a sua visão e se você já tem exames. Você recebe a resposta com os horários disponíveis, presenciais ou por vídeo. Se preferir, comece pela página inicial ou pelas perguntas frequentes.
Exames do formato da córnea, estágio da doença e as opções para cada fase.
ConhecerPlanejamento da cirurgia, medida dos olhos e escolha da lente.
ConhecerAvaliação para o laser, inclusive a Presbyond para a vista cansada.
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Consultas no consultório de Laranjeiras, às sextas-feiras, ou por vídeo, com horário combinado. Conte pelo WhatsApp o que você sente ou o exame que precisa avaliar.
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